What about you? Is there someone in your life? "... no... but there is the dream of someone else..."
24 de maio de 2012
9 de maio de 2012
Acordo e adormeço com dores… tenho sonhos estranhos em que me dói a cabeça e quando acordo não é a cabeça mas o joelho que dói, dói muito. E descubro-me deitada, de barriga para cima, com os joelhos dobrados (como se estivesse na praia).
Adormeço de novo apenas para acordar pouco depois, sobressaltada, são 5 da manhã e agora sim, dói-me a cabeça. Levanto-me, mudo de almofada, mudo a posição do joelho. Ainda é cedo Ginja, não mies, deixa-me tentar fechar os olhos e dormir um bocadinho (não muito ou das dores de cabeça vão ficar e não as conseguimos mandar embora - por muito que o corpo peça cama e sono).
8 de maio de 2012
02 de maio
Este ano não me lembrei. Sem me ter esquecido, não me lembrei.
Vê bem… lembro-me sempre, penso nisso muitas e muitas vezes. Por vezes diariamente. Por minha causa, esta “bombinha” no peito que não me deixa esquecer.
Por tua causa, também. O nome que ultimamente insisto em trocar a propósito de nada… as vezes que toco no assunto com tanta frequência… porque me falam de ti.
5 anos. Já passaram 5 anos. E não, não é minha a memorização mórbida da data.
Acontece que coincide com o mais célebre desaparecimento de criancinhas dos últimos anos (desculpem, a miúda não tem culpa - torço para que esteja viva e feliz - mas é tão injusto este tratamento tão desigual quando tantas crianças desaparecem todos os dias…).
Por isso reparei que foi a primeira vez, nestes 5 anos, que não acendi a vela, literal ou metaforicamente, em tua memória. Não que seja realmente preciso, sabes? Mas acontece, simplesmente, que reparei. E 5 anos depois, continua a ser tão injusto e desleal como no primeiro dia. E por tua causa (e por minha, e pela das amigas de mamãe e por tantas e tantas e tantas outras) corro e vou e participo e doo o meu tempo e o que posso a esta causa.
E um dia, verás, vai valer a pena.
27 de abril de 2012
As pessoas boas não deviam morrer…
… cedo, pelo menos. E eu acho que ele era uma pessoa boa.
Dele só sei o que os discursos e a postura (politica e não só) me foram mostrando pela televisão e pela imprensa. Li algumas das coisas que escreveu. Li e ouvi o que a mãe e o irmão disseram dele ao longo dos anos. E talvez por isso, por ser tão unida aquela família em que todos eram, são, tão diferentes uns dos outros, gosto dele.
Porque a coerência não implica guerra ou cisão. Porque podemos ser gentis na diferença. Deve ser por isso que todos falam do homem, mais do que do politico, com respeito. E eu sei que nesta altura se diz sempre bem… mas nestas coisas costuma ser do politico, mais do que do homem. E aqui não é. E depois há a família… aquela mãe de que eu gosto tanto e que deve estar a sofre horrores (não devia ser assim… os filhos não morrem antes dos pais…) e aqueles irmãos… o cancro é tão injusto! E eu admiro sempre a força, a coragem de quem o enfrenta desta forma, até ao fim.
Miguel Portas dizia “Ao chegar ao fim da vida, posso partir com tranquilidade”. Estou certa que sim.
15 de abril de 2012
Incoerências…
Podemos ter ciúmes da felicidade dos que amamos? Se os amamos tanto, se gostamos tanto deles, se queremos tanto que sejam felizes, se nos preocupamos tanto quando não parecem estar, quando os sentimos tristes e sós… porque razão surge aquela pontinha de ciúme absurda quando os vemos assim, felizes, ao lado de outras pessoas?
Aquele lugar nunca foi nosso, de alguma forma nunca o quisemos para nós... nunca fomos assim, sempre fomos e sempre seremos diferentes, únicos, especiais e ainda assim… podemos ter ciúmes, ainda que absurdos, pequeninos… podemos sentir-nos excluídos, da felicidade dos que amamos?
Aquele lugar nunca foi nosso, de alguma forma nunca o quisemos para nós... nunca fomos assim, sempre fomos e sempre seremos diferentes, únicos, especiais e ainda assim… podemos ter ciúmes, ainda que absurdos, pequeninos… podemos sentir-nos excluídos, da felicidade dos que amamos?
5 de abril de 2012
Francisco Sá Carneiro
Eu já tinha uma profunda admiração por ele enquanto politico... lembro-me do choque no dia da sua morte apesar de ser ainda muito jovem. Agora fiquei a admirar, mais que o politico, o homem. Alguém capaz de amar assim é certamente alguém muito especial.
De Snu não sabia nada... achei interessante saber. Mas foi, uma vez mais, a estatura, politica e humana deste homem, que me comoveu e deixou rendida.
Também se viaja assim...
De Snu não sabia nada... achei interessante saber. Mas foi, uma vez mais, a estatura, politica e humana deste homem, que me comoveu e deixou rendida.
Também se viaja assim...
4 de abril de 2012
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