22 de julho de 2007

Sim, gosto de gatos :)



Nunca escrevi sobre ela. A Ginja.

Chegou quando imaginava não querer mais gatos na minha vida.
Porque a perda do ultimo tinha doído demais.

Mas adoro-a. E já não imagino a minha vida sem a ter por perto.

É doce, meiga, gentil... e independente. Como são sempre.
E reguila, irrequieta... louca! De vez em quando :)


Misteriosa. Distante. Feminina... quase dengosa.
Como nunca imaginei que as gatas pudessem ser. Eu, que toda a vida tive gatos, nunca tinha tido uma gata.


No meu mundo de afectos, tem um lugar especial.

E não raras vezes penso que merecia ter alguém melhor por perto porque, de vez em quando, sou uma "dona" muito desnaturada...

Mas recebe-me sempre da mesma maneira: com aquele imenso olhar verde, miados, por vezes, estridentes e marradinhas na perna como que a dizer "bem vinda".

Torna os meus dias menos solitários. Mais felizes. "Só por existir".


A Ginja :)

20 de junho de 2007

As tuas fitas... :)

"Aquele que caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza chegará mais longe."

Que nunca te faltem os companheiros de viagem e que eu esteja entre eles.

Beijo GRANDE

12 de junho de 2007

"Eu vou rezar por ti"

O meu sobrinho tem 10 anos e uma ternura que me desarma.

"Eu vou rezar por ti", disse-me ele. Ontem. Ao jantar.
E explicou á mãe "para saber que está bem".

E eu senti uma vez mais a emoção da ternura que não mereço mas que me completa.

"Eu vou rezar por ti". Eu também. Meu amor.

6 de maio de 2007

Perfeitos os meus amigos...

Um dia o amor virou-se para a amizade e disse:
- Para que existes tu se já existo eu?

A amizade respondeu:
- Para repor um sorriso onde tu deixaste uma lágrima.


E os meus amigos têm sido uns queridos nestes dias cinzentos... secam lágrimas e repõem sorrisos...

Obrigada

2 de maio de 2007

Adeus

Quando choramos acompanhados, a dor doi menos.

27 de abril de 2007

Amores “perfeitos”


Como estes, em Abril do ano passado.

Budapeste, Bratislava e Viena d’Áustria em 9 dias de sol, calor, frio e chuva.

E longas caminhadas a pé na descoberta de cada cidade.

E de comboio. E de barco. Pelo Danúbio.

Dias felizes. Sem lágrimas. Apesar de algumas “nuvens”…
Dias de memórias felizes que ficarão para sempre.

Até já.

24 de abril de 2007

Por isso eu, que não sou crente, acredito que, de vez em quando, os deuses nos murmuram ao ouvido...