Hoje completam-se 10 anos que comecei a trabalhar no Porto.
Restam duas pessoas na minha equipa… há dias em que fica um certo vazio.
Os 10 anos e a morte da minha amiga, com quem vim de Lisboa para começar tudo, acentuam essa nostalgia.
Olho para trás e pergunto-me o que mudou realmente na minha vida nestes 10 anos.
Se eu for embora amanhã, o que ficará realmente de mim por aqui?
E pergunto-me, no silêncio de mim mesma, se faria tudo outra vez... sim.
6 de outubro de 2007
3 de outubro de 2007
2 de outubro de 2007
25 de setembro de 2007
1 de setembro de 2007
A propósito de Eduardo Prado Coelho...
... Vasco Graça Moura escreveu:
"Quando morre um amigo, não se sabe o que se há-de dizer, só que nos faz muita falta, que gostávamos da sua presença, de saber que nos trazia uma relação diferente com o mundo e connosco e que também isso era inquietação, conhecimento e alegria. E há-de ser sempre duro e dificil aceitar que a voz que ele tinha, os gestos que fazia, os seus encantamentos, até as suas manias, a sua maneira de andar, ficam só na memória entre outras sombras e silêncios"
"Quando morre um amigo, não se sabe o que se há-de dizer, só que nos faz muita falta, que gostávamos da sua presença, de saber que nos trazia uma relação diferente com o mundo e connosco e que também isso era inquietação, conhecimento e alegria. E há-de ser sempre duro e dificil aceitar que a voz que ele tinha, os gestos que fazia, os seus encantamentos, até as suas manias, a sua maneira de andar, ficam só na memória entre outras sombras e silêncios"
29 de agosto de 2007
11 de agosto de 2007
:) á nossa!!

Alguém me mandou um daqueles mails cheios de "verdades universais" e "pensamentos profundos... :)
Entre tantos, mais ou menos comuns, mais ou menos conhecidos, este:
"Se não encontras a tua metade da Laranja, não desanimes.
Procura a metade do Limão, põe-lhe açucar, aguardente e gelo e sê feliz!"
Tchim!! Tchim!!
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